Trabalhos
Marketing · IA · Automação · 2026

Agência Virtual

Quatro agentes de IA com personalidades e funções definidas — Tom (research), Tiago (copy), Nina (design) e Marcelo (review) — operando como um time de marketing completo. Roteiro, copy, design e revisão num pipeline com loop de feedback automático. O humano entra só onde a decisão é editorial.

Stack
  • Python 3.13 + FastAPI
  • React 19 + Vite + TypeScript
  • TanStack Query
  • Supabase (schema agenciavirtual)
  • Claude Code CLI via subprocess
  • Markdown como contrato de identidade

O problema

Marketing de uma empresa de tecnologia exige consistência editorial: três posts no LinkedIn por semana, um artigo de blog por mês, peças pra Instagram, sequências de e-mail. Em time pequeno, é o tipo de trabalho que sempre escorrega — não por falta de pauta, mas por falta de execução repetível.

Tentamos o caminho convencional primeiro: ferramentas de IA genéricas, prompts longos, edição humana posterior. Resultado: copy genérica que precisava ser reescrita do zero pra soar como Lóguz. Tempo gasto editando = tempo perdido.

A abordagem

A premissa foi inverter a lógica. Em vez de um modelo grande tentando ser tudo, montamos um time virtual com quatro papéis bem definidos, cada um com sua identidade em markdown injetado no contexto:

  • Tom — pesquisador. Captura referências, dados, provas sociais.
  • Tiago — copywriter. Transforma research em copy alinhada à voz.
  • Nina — designer. Especifica layout, paleta e tipografia consistentes com a identidade.
  • Marcelo — revisor. Pontua de 1 a 10 com critérios objetivos e devolve feedback estruturado.

A regra é simples: score ≥7 aprova, 4–6 manda pra rework, abaixo de 4 escala pra revisão humana. O loop de feedback fica entre Tiago/Nina e Marcelo até cruzar a barreira ou pedir ajuda.

Como funciona

  1. Briefing — humano cria o briefing pelo painel (canal, tema, formato, objetivo).
  2. Tom pesquisa — busca referências, captura insights, devolve um dossier estruturado.
  3. Tiago e Nina executam em paralelo — copy + design saem ao mesmo tempo.
  4. Marcelo revisa — pontuação por critério (clareza, voz, ângulo, prova, CTA).
  5. Loop — se score abaixo de 7, devolve com feedback específico; Tiago/Nina iteram.
  6. Aprovação humana final — entra só pra peças que passaram do filtro automatizado.
  7. Persistência — todas as iterações ficam no Supabase, schema dedicado, com RLS.

A execução de cada agente é feita via Claude Code CLI chamado por subprocess. Cada agente tem seu próprio prompt-base em markdown, versionado em git, ajustável sem deploy. Mudou a voz da marca? Edita o markdown, comita, roda — sem alterar código Python.

Stack escolhida

  • FastAPI — servidor leve pra orquestrar a fila de jobs e expor a API pro front.
  • React 19 + TanStack Query — painel pra criar briefings, acompanhar status, aprovar peças.
  • Supabase — schema próprio (agenciavirtual), RLS pra isolar campanhas, Storage pra mockups.
  • Claude Code CLI via subprocess — executa cada agente como processo isolado, com --print --output-format json. Permite trocar de modelo sem reescrever orquestração.
  • Markdown como contrato — cada personalidade vive num arquivo .md. É a fonte canônica da voz.

O resultado

A Agência Virtual entrou na operação interna da Lóguz. Hoje produz a maior parte da pauta de LinkedIn, blog e e-mail — com tempo humano gasto majoritariamente em edição editorial (decisão de ângulo, escolha de exemplos), não mais em escrita do zero.

A tese se confirmou: agentes especializados com contratos claros + loop de feedback objetivo + execução isolada = pipeline previsível. O custo marginal de adicionar um quinto agente (ex: Sara, especialista em SEO técnico) é baixo — basta novo markdown, novo papel no fluxo.


Tem um time pequeno tentando produzir conteúdo em escala? Vamos conversar.

4 Agentes ativos
2026 Rodando em produção desde
≥7 Score mínimo p/ aprovação
LinkedIn · IG · Blog · Email Canais cobertos
Próximo passo

Tem um problema parecido?
Vamos conversar.